A Escola que Temos e a Escola que Queremos

Você sabia?

*A china será em breve o país com o maior número de falantes da Língua Inglesa?

*25% da População da índia com o QI mais elevado é maior do que toda a população dos estados unidos, ou seja, o número de crianças “brilhantes” na Índia é maior do que o número total de crianças nos EUA.

*Que os 10 profissões que mais ofereceram vagas em 2011 ainda não haviam sido criadas em 2004?Estamos preparando nossos alunos para empregos que ainda não existem e, que usarão tecnologias que ainda não foram inventadas e para resolverem problemas que ainda nem sabemos que serão problemas?

*Estima-se que um estudante hoje terá pelo menos de 10 a 14 empregos antes de ter completado 38 anos.Que um entre quatro trabalhadores permanece no mesmo emprego por menos de 1 ano e que 1 em cada 2 se mantém no emprego por mais de 5 anos?

*1 em cada 8 casais americanos é formado por pessoas que se conheceram na internet?

*200 milhões de pessoas estão cadastradas no facebook. Isso quer dizer que se o facebook fosse um país ,seria o 5º maior país do mundo?

*O país #1 em conexão de banda larga é Bermudas. Os EUA estão em 19o e o Japão é o 22º colocado.

*Vivemos em tempos exponenciais. 31 bilhões de buscas são feitas no Google a cada mês. Em 2006 esse número era de 2.7 bilhões. A quem as pessoas perguntavam antes do Google?

*O 1º SMS comercial foi enviado em dezembro de 92. Hoje, o número de SMS enviados e recebidos é maior do que a população da terra.

*O rádio demorou 38 anos para atingir uma audiência de 50milhões. A TV 13 anos. A internet 4 anos. O Ipod 3 anos e o facebook 2 anos.

*O número de aparelhos com acesso a internet em 84 era de 1.000. Em 92,1milhão.Em 2008,1 bilhão

*Existem cerca de 540 mil palavras na língua inglesa. 5X a mais do que na época de Shakespeare

*Estima-se que em uma única semana um jornal lhe De mais informações do que uma pessoa no século XVIII conseguiria durante toda a sua vida.

*A quantidade de informações técnicas dobra a cada ano. Isto significa que para alguém que está começando um curso técnico este ano, que metade de tudo o que ele aprendeu hoje será ultrapassado e obsoleto ao final do curso.

Um dos maiores desafios das escolas é preparar esses alunos para a vida em um mundo globalizado. Mas em muitos países enquanto os alunos são chamados de “nativos digitais” os professores são considerados “imigrantes digitais”. Estamos trabalhando com alunos que passaram avida inteira imersos na cultura midiática do século XXI. Pesquisas indicam que crianças na faixa etária de 8-18 utilizam em média 6 horas de mídias digitais por dia. Mesmo os menores já navegam facilmente por estes ambientes. Entretanto, embora os estudantes utilizem e tenham acesso a estas ferramentas, a maioria deles só o faz por diversão.

Como devemos então estruturar nossas escolas para atender a estes alunos? Como oferecer uma educação de valor? Uma educação para a vida? Vivemos no futuro, mas ainda mantemos os nossos pés nas escolas do passado. Precisamos deixar de lado as aulas centradas na figura do professor, nos livros, no papel e no lápis e começar a redefinir o conceito de “conhecimento” e de “educação”. Precisamos estabelecer novos currículos e redefinir o papel da s escolas, professores e alunos.

Precisamos de escolas que não sejam apenas prédios, mas sim “centros nervosos” com paredes transparentes conectando professores, alunos e a comunidade aos diferentes conhecimentos do mundo.
Precisamos formar professores que sejam não distribuidores de informação, mas maestros da aprendizagem que sejam capazes de ajudar nossos alunos a transformarem conhecimento em aprendizagem, e aprendizagem em sabedoria. Precisamos gerar conhecimento e não apenas entregar informações, criando uma cultura investigativa.
Precisamos olhar para nossos alunos a partir de um novo contexto. É importante que eles percebam como o que estão aprendendo hoje poderá ser utilizado em sua vida prática. Precisamos incentivar e despertar a curiosidade, que é fundamental para uma aprendizagem em longo prazo. Precisamos de professores que sejam flexíveis na forma de ensinar e que, acima de tudo estimulem seus alunos a se tornarem cada dia mais informados para que possam continuar a aprender mesmo depois de concluírem os estudos formais.

Como a Alice, de Lewis Carroll, muitos em geral respondem a estes desafios com um “Não se pode acreditar em coisas impossíveis”. Mas como a Rainha, um número cada vez maior de educadores começa a acreditar e a realizar o “impossível”.Me junto a eles e digo: é possível! Isso já aconteceu e está acontecendo agora mesmo em diversas escolas espalhadas pelo mundo. Basta apenas praticarmos e compartilharmos as ideias e práticas.

Fonte: http://www.21stcenturyschools.com

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